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Em entrevista ao site da FIFA, Parreira elogia Neymar e Oscar

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Reprodução

Portal da Copa – Carlos Alberto Parreira, que comandou a Seleção Brasileira no título mundial de 1994, avaliou como bom o nível técnico do torneio olímpico em que o Brasil levou a prata em Londres, destacou o desenvolvimento do futebol asiático e comemorou a atuação de Oscar. Segundo ele, um meia com que o Brasil sonhava há tempos. Em entrevista publicada no site da FIFA nesta segunda-feira (27.08), o treinador comenta a importância do tetracampeonato para o país e para sua carreira.

“A Copa do Mundo é o ápice, o ponto máximo da carreira de um treinador ou jogador. Você pode ter feito milhões de coisas boas, outras erradas. Ter tido sucessos e fracassos. O que marca é a conquista de uma Copa. E tenho sentido isso nos últimos anos: é impressionante como as pessoas te tratam, respeitam, olham de modo diferente”, afirmou. Sobre Oscar, o técnico comemorou a postura do camisa 10 do Brasil em Londres, durante a disputa dos Jogos Olímpicos.

“É um jogador com o qual a gente vinha sonhando há muito tempo. Desde antes da Copa de 2010 sonhávamos em ter alguém assim no time. Ele veio preencher essa lacuna que esperávamos que fosse preenchida pelo Ganso ” que, por causa das lesões, no entanto, não engrenou. A lacuna desse meia de ligação, que faz o time girar, que pensa, organiza e participa o tempo todo”, destacou.

Ainda sobre o torneio olímpico, o treinador avaliou como bom o nível técnico da competição. “O nível técnico, no geral, foi bom. Se há algo a destacar, é o desenvolvimento técnico do futebol asiático, agregando qualidade individual a uma organização tática e um preparo físico que sempre foram invejáveis”, afirmou. Sobre o Brasil, o técnico acredita que o time em Londres deve ser a base do elenco para o Mundial de 2014. “Individualmente, era a melhor equipe dos Jogos, porque, pela fase de transição, trouxe praticamente o time que deve disputar a Copa: com um jogador que faz a diferença, como o Neymar, além de Marcelo, Thiago Silva, Oscar…”.

Confira a íntegra da entrevista no site da FIFA


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