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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2019 - 19h24

Cuidar da saúde dos funcionários garante melhor produtividade às empresas

Redação Mundo Positivo

Foto: Reprodução/Divulgação

 

Pesquisa do Serviço Social da Indústria (SESI), realizada com médias e grandes empresas, apontou que aplicação de tempo e dinheiro em segurança laboral reduziu o número de faltas em 48% delas, elevou a produtividade em 43,6% e em 34,8% houve redução de custos. O estudo também mostrou que os aspectos da área da saúde são os que também mais prejudicam a produtividade das empresas. “Doenças representam diversos problemas às organizações, que vão desde as altas despesas com custo médico até a perda de produtividade”, argumenta Luiz Monteiro, presidente da PBMA – Associação Brasileira das Empresas Operadoras de PBM (Programa de Benefício em Medicamentos).

 

O comprometimento com a saúde do trabalhador e a prevenção de riscos provocam impactos positivos, tanto para a empresa como também para seus colaboradores. “Empresários e funcionários só têm a ganhar com a gestão de saúde”, garante Monteiro. Por isso que, muito difundido nos Estado Unidos, aqui no Brasil o número de empresas adeptas ao PBM vem crescendo. Telefônica, IBM, Caterpillar, Unilever, Arcelor Mital, Carrefour, Nestlé, Gerdau e Tigre estão entre as grandes companhias brasileiras que já oferecem Programas de Medicamentos aos funcionários, com subsídios que podem chegar a até 100% do valor. “Com a facilidade de acesso ao medicamento, o funcionário tem condição de cuidar melhor da sua saúde”, diz.

 

O PBM também permite que as empresas acompanhem se os funcionários estão seguindo corretamente ou não o tratamento prescrito pelo especialista. “Estudos demonstram que 50% dos doentes crônicos abandonam o tratamento prescrito muitas vezes pela falta de acesso ao medicamento e de incentivo para o tratamento. Com o benefício, a chance de segui-lo é muito maior”, alega Monteiro. Levantamento da PBMA indica que no ano passado o programa foi responsável pela dispensação de mais de 110 milhões de unidades (caixas) de medicamentos em todo o país. Para este ano, a expectativa da associação é alcançar um crescimento de aproximadamente 15%. 



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