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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2018 - 08h00

Chanceleres do Brasil e da Venezuela se reúnem hoje em Nova York

Agência Brasil

Após a suspensão das relações entre Brasil e Venezuela, pela primeira vez os ministros das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, e  o venezuelano, Jorge Arreaza, terão uma reunião nesta quinta-feira (27) às 12h40 (horário de Washington, EUA) e 13h40 (horário de Brasília). O encontro será em Nova York aproveitando que ambos participam das reuniões da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

A conversa ocorre nove meses depois da expulsão do embaixador brasileiro em Caracas, Ruy Pereira, e do acirramento das críticas do governo brasileiro à gestão do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e do êxodo de imigrantes venezuelanos.

 

No Brasil, a chegada diária de 600 a 800 venezuelanos, via Roraima, virou tema constante de política nacional e das eleições. O estado sofre com as ameaças de interrupção no fornecimento de energia da Venezuela e de ações de cooperação.

 

O ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, foi à Venezuela, no começo do mês, e esteve com autoridades venezuelanas que asseguraram que não haveria desabastecimento de energia na região.

 

Além do Brasil, Colômbia, Equador e Peru também estão entre os países que mais recebem venezuelanos. O chanceler venezuelano afirmou hoje que os “meios de comunicação fabricam um conflito em torno de uma suposta crise migratória”.

 

Após a suspensão das relações entre Brasil e Venezuela, pela primeira vez os ministros das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, e  o venezuelano, Jorge Arreaza, terão uma reunião hoje (27) às 12h40 (horário de Washington, EUA) e 13h40 (horário de Brasília).

 

O encontro será em Nova York aproveitando que ambos participam das reuniões da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

A conversa ocorre nove meses depois da expulsão do embaixador brasileiro em Caracas, Ruy Pereira, e do acirramento das críticas do governo brasileiro à gestão do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e do êxodo de imigrantes venezuelanos.

 

No Brasil, a chegada diária de 600 a 800 venezuelanos, via Roraima, virou tema constante de política nacional e das eleições. O estado sofre com as ameaças de interrupção no fornecimento de energia da Venezuela e de ações de cooperação.

 

O ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, foi à Venezuela, no começo do mês, e esteve com autoridades venezuelanas que asseguraram que não haveria desabastecimento de energia na região.

 

Além do Brasil, Colômbia, Equador e Peru também estão entre os países que mais recebem venezuelanos. O chanceler venezuelano afirmou hoje que os “meios de comunicação fabricam um conflito em torno de uma suposta crise migratória”.



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