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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2016 - 14h34

Empresa de Curitiba é referência global em telemedicina

Assessoria de Imprensa

 

A Hi Technologies desenvolve produtos que conectam os profissionais de saúde com os pacientes e foi fundada em 2004 pelos estudantes de engenharia da computação, Marcus Figueredo e Sérgio Rogal.  “Essa é nossa visão de futuro: que cada lar possa ter seu aparelho de monitoramento da saúde da família, que é um elemento fundamental para que os tratamentos sejam seguidos à risca”, descreve Marcus. Essa descentralização dos cuidados da saúde é inevitável devido à crescente falta de profissionais da área. Como exemplo, apenas nos Estados Unidos, estima-se um déficit de um milhão de enfermeiros em 2020. Empoderar os pacientes também irá empoderar médicos e profissionais de saúde, liberando-os para cuidar de mais pessoas, de forma mais eficaz e remotamente.

 

O primeiro produto da Hi Technologies foi um software para monitorar remotamente os sinais vitais de pacientes hospitalizados. Diante dos bons resultados, a empresa avançou para o segmento de hardware. Atualmente, sua linha de produtos inclui sensores de oxímetro, detector de apneia do sono, tele-ECG e monitor de parto, além do Milli Coraçãozinho, dispositivo portátil, que fornece uma maneira simples, indolor e não invasiva de monitorar os níveis de oxigênio no sangue do bebê e compartilhá-los pela internet com médicos, especialistas ou outros profissionais da saúde. Hoje, estas soluções já são encontradas em hospitais em 22 estados brasileiros e agora é usada em 15 países. Em janeiro deste ano, 50% da empresa foi adquirido pela Positivo. O intuito é poder contar com a experiência e a escala da Positivo, sem limitar a agilidade e a capacidade criativa da HiT.

 

A Hi Technologies está agora concentrando seus esforços em tecnologias para detectar HIV, dengue, sífilis e Zika, além de monitorar o colesterol, diabetes e inúmeras outras condições de saúde. Os dispositivos da HiT são projetados para serem adquiridos também por farmácias, e não somente por hospitais. E, no futuro, pelo consumidor final, funcionando como equipamento de home care. Figueredo lembra que 12 milhões de brasileiros sofrem de diabetes, mas nem todos se tratam adequadamente. "Em relação especificamente à saúde, um dos grandes desafios para que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela ONU, sejam alcançados é fazer com que o paciente se envolva com seu tratamento. Para isso, ele precisa ter mais acesso a informações sobre sua saúde", analisa Marcus.

 

A Hi Technologies é a única representante do Brasil inserida no relatório Starship Earth 2, um profundo e abrangente estudo que visa mostrar os caminhos para que cada um dos ODS seja alcançado. A empresa dividiu espaço com gigantes globais, como Tata, Danone, Symantec, NYK, Siemens, Marks & Spencer, Iberdrola e Unilever, entre outros. “Os atuais sistemas de saúde, públicos ou privados, não são sustentáveis. Existem tendências inexoráveis, como o número insuficiente de médicos, o envelhecimento da população, a espiral de custos, o aumento de doenças não transmissíveis (DNT) e o declínio da eficácia dos antibióticos que, fatalmente, levarão ao colapso este modelo em alguns anos. Somente o custo das doenças crônicas tem potencial de destruir os sistemas de cuidados com a saúde", alerta Marcus. “A telemedicina terá um papel-chave na transição para um modelo em rede que favorece a prevenção e a personalização do atendimento”, finaliza.   

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