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Como interpretar o Índice de Experiência do Windows?

Desde o Windows Vista, a Microsoft incluiu no seu painel de controle uma ferramenta de avaliação de desempenho do computador batizado de Indice de Experiência do Windows que, depois de executado, retorna um valor numérico de 1 até 5,9 no Windows Vista ou até 7,9 no Windows 7. Até ai tudo bem, mas o que esse número realmente nos diz?

Para quem ainda não foi apresentado, entre no painel de controle e clique no ícone Sistema. Lá você verá algumas informações sobre seu PC, como a versão do sistema operacional, marca e tipo do processador, quantidade de memória, etc. Haverá também um número dentro de um quadrinho azul, o Índice de experiência. Para mais detalhes, basta clicar na legenda à direita desse número.

Segundo a Microsoft essa pontuação foi criada para orientar o usuário sobre os tipos de aplicações (ou perfil de uso) que melhor se encaixam ao desempenho do PC avaliado. Por exemplo:

Se o PC pontuou algo em torno de 1 ou 2 pontos, ele seria mais indicado para tarefas simples como elaborar documentos com o processador de textos ou navegar na Internet.

Para se ter uma plena experiência de uso do Windows 7 — incluindo seus efeitos visuais e de transparências (Aero Glass) — o sistema deveria bater, pelo menos, 3 pontos.

Já para aqueles que desejam trabalhar intensivamente com aplicações de gráficos e/ou de mídia, o ideal é que o usuário conte com um sistema que consiga obter, no mínimo, 4 pontos ou mais.

Pelo que pude entender a idéia é que, com o tempo, os desenvolvedores de software passem a adotar essa escala no lugar dos atuais requisitos mínimos de hardware, (processador tal com tantos GB de memória, etc.). Assim, facilitaria a vida do consumidor que, ciente da pontuação de seu PC, saberia com mais certeza se aquele programa ou joguinho que está piscando para ele lá na loja rodaria bem ou não, de acordo com suas exigências mínimas de desempenho expressa também em pontos.


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