28°C 19°C

São Paulo, SP

26°C 17°C

Curitiba, PR

26°C 20°C

Belo Horizonte, MG

33°C 23°C

Rio de Janeiro, RJ

34°C 20°C

Porto Alegre, RS

34°C 25°C

Salvador, BA

Sexta-feira, 08 de Fevereiro de 2019 - 08h46

Premiê japonês pede investigação de casos suspeitos de abuso infantil

Agência Brasil

Foto: Kimimasa Mayama/EPA/direitos reservados

 

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, determinou que sejam feitas, dentro de um mês, investigações de emergência de possíveis casos de abuso infantil para confirmar a segurança das crianças.

 

Em reunião de ministros, Abe pediu que sejam verificados todos os casos suspeitos de abuso que estão sendo tratados atualmente nos centros de bem-estar infantil.



A ordem ocorre depois da detenção dos pais de uma menina de 10 anos, na província de Chiba, próxima a Tóquio, acusados de terem feito lesões que causaram a morte da filha.



Abe disse que é lamentável que escolas, comitês de educação e centros de bem-estar infantil, que, supostamente deveriam proteger as crianças, tenham falhado ao ouvir os pedidos de socorro da menina.



Ele acrescentou que deve ser dada prioridade à proteção das vidas das crianças e pediu esforços para eliminar o abuso infantil.



ONU

O Comitê das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança pediu ao governo japonês que proíba o castigo físico aplicado às crianças em casa.



O comitê avalia a situação dos direitos humanos nos países, com base na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança.



Nessa quinta-feira (7), em entrevista coletiva em Genebra, na Suíça, representantes do comitê divulgaram os resultados da revisão das condições de direitos humanos no Japão.



Segundo o relato, a lei japonesa não proíbe completamente o castigo físico às crianças em casa. Acrescentou que a punição corporal deve ser clara e completamente proibida, mesmo sendo leve.



Um repórter perguntou sobre as opiniões do comitê a respeito do caso da menina de 10 anos que, recentemente, morreu em consequência de possíveis abusos cometidos por seus pais.


Um dos integrantes do órgão disse que a menina deve ter pedido ajuda a muitos adultos, mas nenhum deles tentou protegê-la. O especialista afirmou que a tragédia nunca mais deverá se repetir.



*Com informações da NHK (emissora pública de televisão do Japão)

 

Fonte: Agência Brasil



publicidade:

publicidade:

publicidade: