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Cinco impactos da alimentação vegetariana na saúde

Foto: Reprodução/Divulgação

Comemorado no dia 31 de março, o Dia Nacional da Saúde e Nutrição, tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância de uma boa alimentação e a prática de exercícios físicos. A data ganha destaque em um cenário em que, cada vez mais, as pessoas buscam ter um estilo de vida mais saudável.

“O perfil alimentício do brasileiro vem mudando a cada ano e, com isso, a escolha pelo consumo de alimentos saudáveis e que possuam mais nutrientes segue em crescimento”, afirma Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, indústria alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis. “Neste contexto, uma das maneiras de se ter mais saúde ao escolher o que comer é optar por uma dieta vegetariana que, quando praticada com acompanhamento de profissionais e um cardápio equilibrado, traz inúmeros benefícios ao corpo”.

Mesmo com acesso a tantas informações sobre o assunto, muitas pessoas ainda ficam com receio de mudar a alimentação. Para auxiliar, a consultora da Superbom lista alguns impactos positivos dessa mudança no cardápio.

Contribui para o emagrecimento

Devido à grande quantidade de vegetais consumidos, geralmente a dieta vegetariana é menos calórica. Também há redução no consumo de gorduras, principalmente, a gordura saturada encontrada em produtos de origem animal. “Cada grama de gordura equivale a nove calorias, assim, ocorre uma redução significativa no consumo final de calorias diárias”, comenta a especialista.

Diminui o colesterol

De acordo com a nutricionista e consultora da Superbom, alimentos de origem animal possuem gordura saturada em sua composição, que é um dos principais fatores para o aumento do colesterol ruim no sangue. Sem controle, esse aumento pode acarretar em doenças cardiovasculares.

Reduz a possibilidade de desenvolver doenças

Uma pesquisa publicada em 2016 no Proceedings of the National Academy of Sciences revelou que se todas as pessoas adotassem o vegetarianismo, 8,1 milhões de vidas seriam salvas até 2050. De acordo com os idealizadores do estudo, o número está relacionado com a menor incidência de doenças como diabetes, obesidade, problemas cardíacos e câncer, comumente ligadas com a dieta que incluam alimentos de origem animal.

Melhora o aproveitamento das proteínas

Diferente do que muitas pessoas acreditam, o excesso de proteína animal não é benéfico, pois elas podem se transformar em gordura e liberar resíduos tóxicos. “Já a proteína vegetal, é melhor absorvida pelo organismo e contribui para a prevenção de doenças crônicas. No entanto, é necessário acompanhamento para verificar qual é a quantidade adequada deste nutriente, que varia de acordo com a necessidade calórica de cada um”, comenta Cyntia Maureen.

Aumenta a imunidade

Os trilhões de micro-organismos que vivem dentro do corpo são, cada vez mais, reconhecidos como cruciais para a saúde em geral: não só eles ajudam a digerir os alimentos, mas também produzem nutrientes e fortalecem o sistema imunológico. “Uma alimentação isenta de alimentos cárneos contribui para manter nossa flora intestinal em melhor funcionamento e colabora para que os micro-organismos trabalhem com mais eficácia”, pontua a consultora.


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