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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2016 - 15h00

Como descobrir se o seu celular está com vírus

Publieditorial

 

Dor no corpo, coriza, fraqueza, febre, irritação nos olhos, tosse e muitos espirros. Quando a gripe e o resfriado resolvem aparecer, os sintomas são mais claros do que a certeza de que o organismo pede por cuidados. Já na vida tecnológica, quando um aparelho começa a dar problema, os sintomas são tão perceptíveis quanto na saúde física. Principalmente se o dispositivo for um celular e o grande vilão for uma infecção causada por vírus.

 

Para se ter ideia, dados recentes da União Internacional de Telecomunicações (UIT) estimam que existam 7 bilhões de dispositivos móveis ativos no mundo, o que daria cerca de um celular para cada pessoa na Terra. Segundo a empresa americana Cisco, para 2020, esta projeção tende a ser ainda maior: 11,6 bilhões de celulares

 

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Mas é preciso ficar atento. A dependência pelo smartphone tem atraído a atenção de cibercriminosos que se aproveitam parar infectar aparelhos com vírus que podem causar danos irreparáveis. Nesses casos, as ameaças mais comuns são chamadas de malwares, que têm como foco roubar informações pessoais, como: senhas, e-mails, dados bancários, números de documentos e endereços, a fim de prejudicar os usuários. 

 

Mas o que é malware?

A palavra malware surgiu a partir da junção dos termos em inglês malicious + software. Ele é tão perigoso que passou a ser temido em todas as partes do planeta, por conseguir infiltrar-se facilmente em  dispositivos móveis.

 

Como saber se o celular está com vírus?

Uma vez instalado no sistema do celular, os malwares são fáceis de serem identificados.

 

Veja 7 formas de reconhecê-los:

1. Eles gastam os créditos do seu aparelho o tempo todo;

2. Enviam mensagens sem o usuário perceber;

3. Faz com que o Bluetooth fique sempre conectado;

4. Causa lentidão na usabilidade do smartphone;

5. Aumenta o consumo de energia da bateria de uma hora para outra;

6. Alguns botões deixam de desempenhar as funções que normalmente têm;

7. Aplicativos passam a travar com frequência;

8. Dados pessoais são expostos por meio de aplicativos (neste caso, hackers usam seus acessos em redes sociais e e-mails para compartilharem links com vírus em seu nome).

 

 

Contra-ataque 

Caso algum dos itens acima aconteça, será necessário combater o vírus o mais rápido possível. Para isso, existem duas formas de enfrentá-lo: a primeira é manter o sistema operacional do smartphone sempre atualizado; e a segunda é adquirir um antivírus na loja oficial de aplicativos. Porém, não basta apenas baixar e deixá-lo esquecido no aparelho. É preciso mantê-lo ativo e fazer, ao menos, uma varredura por semana no dispositivo, para assim, manter os cibercriminosos e os malwares longe de seu celular.

 

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