Economia & Política

Donald Trump que Abalou a Copa do Mundo

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O Cartão Vermelho Geopolítico: A Interferência de Donald Trump que Abalou a Copa do Mundo

President Donald Trump

A Copa do Mundo de 2026 entrou para a história não apenas pelos gols ou pela expansão para 48 seleções, mas por protagonizar um dos maiores escândalos de interferência política no esporte. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gerou uma crise institucional sem precedentes na FIFA ao intervir diretamente nos bastidores do torneio para favorecer a seleção de seu país.

O estopim da crise ocorreu após a expulsão do principal atacante norte-americano, Folarin Balogun, na partida contra a Bósnia e Herzegovina, apitada pelo árbitro brasileiro Raphael Claus. Inconformado com o gancho automático que tiraria o atleta das oitavas de final contra a Bélgica, o presidente dos EUA acionou a máquina do governo. Segundo investigações, a Casa Branca recrutou advogados e chegou a produzir um dossiê atacando a idoneidade de Raphael Claus, alegando sem provas o envolvimento do brasileiro em esquemas de manipulação.

O próprio Trump admitiu publicamente os telefonemas diretos para o mandatário da FIFA, Gianni Infantino, cobrando a liberação do jogador. Em uma manobra inédita na história dos mundiais, a entidade máxima do futebol cedeu à pressão de Washington e converteu a suspensão de Balogun em uma multa de 40 mil dólares. A decisão gerou revolta imediata da UEFA, da federação belga e da CBF.

Apesar do forte lobby nos bastidores, o desfecho dentro das quatro linhas foi um vexame histórico para os donos da casa. A seleção dos EUA foi atropelada pela Bélgica em uma goleada por 4 a 1. Para ironizar a tentativa de trapaça política, os jogadores belgas comemoraram o último gol imitando a clássica dancinha de Trump nos gramados. O episódio deixou uma mancha indelével na governança de Infantino e provou que, no futebol, nem mesmo o homem mais poderoso do mundo consegue mudar o placar da bola.

Escrita por Gabriel dos santos neves