O ChatGPT Health pode representar um avanço importante na forma como as pessoas organizam informações de saúde, mas sua função deve ser de apoio, e não de substituição do profissional médico. A ferramenta pode reunir exames, acompanhar sintomas e hábitos, traduzir termos, preparar consultas e ajudar o paciente a formular perguntas, mas a interpretação clínica e a decisão sobre diagnóstico e tratamento precisam permanecer sob responsabilidade de profissionais habilitados. Estudos citados no artigo mostram que, apesar do potencial dos modelos de IA, erros de triagem, contexto incompleto e excesso de confiança podem comprometer decisões de saúde, enquanto resultados melhores aparecem quando a tecnologia é utilizada sob supervisão médica. Para Roger Finger, o caminho não está em bloquear a inovação, mas em estabelecer limites claros de uso, privacidade e governança, tanto para usuários quanto para empresas e instituições de saúde. A IA pode organizar, comparar e sugerir; o médico interpreta, decide e responde pela conduta.
Leia o artigo de Roger Finger no AIoT Brasil: https://aiotbrasil.com.br/noticias/chatgpt-health-pode-poupar-tempo-mas-nao-deve-assumir-a-decisao-clinica

