Campeonato Brasileiro

Atlético-MG fica sem centroavante de ofício e Sampaoli estuda jogar com ataque móvel

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Desde a chegada de Jorge Sampaoli ao Atlético-MG, alguns reforços foram pedidos à diretoria, todos atendidos, com a exceção de um camisa 9 de ofício. Ricardo Oliveira e Di Santo seriam opções para a função, mas foram descartados pelo técnico argentino. Com o mercado dificultando a busca por um nome que agrade o treinador, Sampaoli foi convencido a montar o time com um jogador de mais mobilidade na frente. Porém, isso não significa que o Galo tenha desistido de contratar um jogador para a função.

 

Um dos nomes sugeridos por Jorge Sampaoli foi o de Adolfo Gaich, de 21 anos, jogador do San Lorenzo, da Argentina. A diretoria aprovou o nome do jogador que chegaria à Cidade do Galo com status de titular. O problema foram os 12 milhões de euros (cerca de R$ 73 milhões) pedidos pelo clube argentino, valor fora da realidade do clube mineiro.

 

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San Lorenzo v Racing Club – Superliga 2019/20

Outro nome sugerido pelo técnico foi o de Ramón Ábila, ex-Cruzeiro e hoje no Boca Juniors, mas o nome do jogador não é bem visto pela diretoria e não houve abertura de negociações.

 

A nome da vez é o de Nahuel Bustos, de 21 anos, jogador do Talleres, da Argentina. O jogador pode atuar como um 9, mas não tem as características de um centroavante de referência. Com 1,76m, o jogador tem como principal característica a movimentação no ataque, algo que o Atlético-MG tem no elenco como Diego Tardelli, Bruno Silva e o recém-chegado Marrony.

 

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Huracan v Talleres – Copa de la Superliga

O Talleres recusou a primeira investida do Galo pelo jogador. Para seguir com a negociação o clube terá de colocar mais dinheiro na transação para acertar com o atacante, para isso a diretoria pode solicitar empréstimos a Rubens Menin, que tem ajudado o Galo nas últimas contratações.

 

É certo que Sampaoli quer um jogador de referência, mas o argentino já monta um esquema com mais movimentação no ataque enquanto o reforço não vem.

 

Vale lembrar que quando treinou o Santos, Sampaoli pediu um camisa 9. O clube na época contratou Uribe, do Flamengo, mas quem mais jogou na função de 9 foi Eduardo Sasha, que também tem características de mobilidade no ataque. Algo que parece se repetir no Atlético-MG.

 

Fonte: 90min