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Pia Sundhage: a ‘cara nova’ que vem revolucionando a Seleção Brasileira Feminina

Pia Sundhage: a 'cara nova' que vem revolucionando a Seleção Brasileira Feminina - 1

​Anunciada oficialmente no dia 25 de julho deste ano, Pia Sundhage caminha para completar três meses de trabalho à frente da Seleção Feminina. Estudo, ambientação, familiarização com o novo país/novo idioma, muita troca e muito diálogo… Isso tem sido a rotina da experiente treinadora, que ainda segue invicta no comando da Canarinho: três vitórias e um empate em quatro amistosos, com mais dois já programados para o ​mês de novembro.

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​​O espírito alegre e o sorriso cativante são marcas registradas da sueca, que já revelou estar conectada ao Brasil muito antes de ser oficialmente contratada pela CBF. Em entrevista exclusiva concedida ao blog ​Dibradoras, a treinadora contou detalhes sobre sua conexão com o país e sua admiração pelas grandes referências do nosso futebol. Pelé era um de seus ídolos, e este foi seu apelido durante sua infância, quando jogava bola em meio aos meninos.

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Com 12 horas de trabalho por dia, Pia se mantém em constante evolução e aprendizado, com objetivo de buscar o melhor possível para o futebol feminino brasileiro. Suas ideias são muitas: Como uma técnica da seleção brasileira, nós precisamos vencer o próximo jogo ou pelo menos tentar. E melhorar o estilo de jogo. Isso significa que eu devo passar o máximo de tempo que puder assistindo aos jogos, mas também fazer o scouting, para novas jogadoras chegarem (…) espero ficar 4 anos. Porque temos que ir passo a passo. E se sentirmos que a CBF está tentando melhorar, se eu tiver esse sentimento, eu vou em frente”, afirmou.

Perguntada sobre a forma como foi abraçada pelo povo brasileiro – se tornando uma verdadeira ‘celebridade’ -, Pia não esconde sua satisfação, pelo significado por trás disso: Eu amo as selfies. Porque as pessoas não estão tirando foto de mim, mas sim da seleção feminina e do futebol feminino do Brasil. Quando as pessoas pedem, eu fico muito feliz. E isso tem acontecido com frequência, e acho que é importante. Porque no passado, ninguém se importava. Quanto mais tivermos isso, melhor será para o futebol feminino”, concluiu.

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Fonte: 90min


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