Interfaces neurais, mundos generativos e agentes autônomos deixaram o cinema e passaram a estruturar a vida real. Neste artigo, Norberto Maraschin Filho mostra como a inteligência artificial superou previsões da ficção científica e por que o desafio agora não é tecnológico, mas ético: assumir responsabilidade humana sobre sistemas que já moldam trabalho, conhecimento e autonomia.
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