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'Ciborgues baratas' são testadas para ajudar em desastres

Uma frota de baratas ciborgues pode, um dia, ajudar a entrar em uma usina nuclear danificada ou mina acidenta para fazer reconhecimento ou localizar sobreviventes.

Segundo o site Mashable, uma equipe de cientistas da Universidade Texas A&M implantou eletrodos em baratas vivas para simular as antenas dos insetos, isso permitiu aos cientistas para guiar as criaturas – como se fosse um brinquedo de controle remoto.

Parece um pouco cruel colocar os eletrodos no inseto vivo, mas segundo o pesquisador Hong Liang, as baratas não trabalham muito e “descansam”. Vale lembrar que elas são uma das poucas espécies que conseguem sobreviver a radiação nuclear.

Liang aninda trabalha para em um método não invasivo para controlar os insetos, com motores de vibração posicionados perto das antenas das baratas para fazer elas andarem.

Isso deve funcionar, pois elas têm um sensor para detectar sons e vibrações.

O estudo foi publicado no dia 4 de março pelo site do Journal of the Royal Society Interface.


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