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Especial Dia dos Avós | Internet, apps, segurança e muito amor pelos netos

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Você sabia que dia 26 de julho é comemorado, aqui no Brasil e também em Portugal, o dia dos avós? Neste especial, o Canaltech aproveita o dia para, além de contextualizar historicamente a escolha da data, mostrar que a tecnologia também exerce seu papel na vida dos idosos — e que nunca é tarde para começar a usar a internet ou os gadgets.

Como ficar próximo da família é algo desejado pela maioria dos avós, a internet tem se tornado uma grande aliada. Mas é preciso estar sempre atento às questões de segurança e privacidade. Abordaremos tudo isso e muito mais nesta matéria dedicada aos pais de nossos pais!

Por que 26 de julho?

A data, embora não difundida mundialmente, marca o troféu de uma avozinha missionária portuguesa que, inconformada com a falta de reconhecimento pelo papel exercido socialmente pelos pais de nossos pais, lutou em defesa dos avós perante a sociedade e teve seu mérito reconhecido.


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Dona Ana Elisa do Couto, a dona Aninhas (1926-2007), que residia na cidade portuguesa de Penafiel, região do Porto, tinha quarto netas e dois netos. Na década de 1980, indignada com o fato de ninguém reconhecer o valor dos avós, resolveu lutar pela causa e viajou mundos e fundos para conseguir reconhecimento. Ela passou por quatro continentes defendendo que o dia 26 de julho fosse a data ideal para celebrar os avós. E a escolha não foi por acaso: segundo a Igreja Católica, é dia de São Joaquim e Santa Ana, pais de Maria e avós de Jesus.

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Eis a homenagem a Dona Aninhas, no Parque da Cidade de Penafiel (Foto: Tiago Daniel Lopes/Riquezas e Tradições de Penafiel)

Sua peregrinação e insistência tiveram efeito: a data foi criada em Portugal e no Brasil após sua campanha, que rendeu até uma placa com menção honrosa à criadora do Dia dos Avós. A homenagem, claro, está na cidade de dona Aninhas, Penafiel, onde foi afixada em 2011, após a morte da missionária.

Lugar dos avós na Tecnologia

Não é todo avô ou avó que se sente confortável com um computador, um tablet ou uma invenção tech que tenha sido lançada recentemente. Aliás, mesmo que existam grupos que lutem pela inserção dos idosos nas redes sociais e no mundo dos gadgets, ainda existem muitos em situação de isolamento e analfabetismo tecnológico. Felizmente, a coisa está começando a mudar — e os efeitos de mudança já podem ser sentidos até mesmo em eventos dedicados especialmente aos nossos queridos avôs e avós.

Mercado de trabalho

Muitos avós sentem-se em plena forma para continuar trabalhando (ou realmente ainda precisam gerar renda), e a tecnologia tem papel fundamental nesse cenário. Com a instabilidade da economia brasileira, é natural que muitos idosos ainda queiram trabalhar e até empreender.

Diante disso, vem crescendo o número de cursos de capacitação e ofertas de ensino a distância, bem como aplicações voltadas ao aprendizado de maiores de 60 anos.

“Vivemos um momento em que o desemprego é muito grande. A absorção de mão de obra acima de 50 anos torna-se cada vez mais difícil. Assim, para uma população (terceira idade) que está em crescimento e que tem potencial de trabalho, o empreendedorismo e negócio próprio pode ser um caminho”, comenta a professora Ivete Palange, conselheira da Associação Brasileira de Educação à Distância (ABED), em entrevista ao Canaltech.

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Muitos idosos ainda encontram na tecnologia uma fonte de renda

O bacana é que, nos cursos e aplicações voltadas à terceira idade, cada um aprende e evolui no seu próprio ritmo. Quem não teve oportunidade de conhecer as novas tecnologias é apresentado a elas de maneira personalizada, aprendendo o que gostaria de aprender e sem a pressa e a inquietude dos jovens que já nasceram na era da informação.

O professor Marcos Jutova, que também é diretor da área de EAD da PUC Virtual, também revelou ao Canaltech: “Quem se formou há mais tempo não teve a oportunidade de conhecer novas tecnologias. Nos cursos EaD, não tem um ritmo imposto para a turma toda. Esse é um diferencial para quem está afastado do mercado de trabalho há um tempo e precisa de um tempo maior para desenvolver conceitos e técnicas”.

Aplicativos para cuidar de si e dos netos

Em uma era dominada pelas redes sociais, aplicativos de mensagens, biometria e serviços virtuais, nossos avós estão cada vez mais inseridos no mundo da tecnologia. Para aqueles que estão começando agora, há uma série de aplicativos nas lojas virtuais do Android e do iOS que os ajudam a conhecer melhor este universo.

Seja para ficar mais próximo da família, auxiliar na memória, melhorar a acessibilidade ao sistema operacional, ajudar no dia a dia ou simplesmente conhecer e aprender novidades, apps como Google Duo, Skype e FaceTime são excelentes para conversar com os filhos e netos. Já aplicativos como o Big Launcher e o Senior’s Phone, ambos para Android, ampliam os ícones e deixam a navegação do celular toda personalizada. Um app bem útil e bacana é o Estou Bem, gratuito para Android e iOS: ele melhora a comunicação dos avós com os familiares, avisando o que está acontecendo no momento com mensagens rápidas e pré-programadas, como “Vou Sair”, “Ligar Urgente” ou, claro, “Estou Bem”.

Claro, há uma gama enorme de apps dedicados aos avós e ao contato com a família, e estes podem variar desde um sistema de monitoramento remoto a um mensageiro tradicional ou rede social, como WhatsApp ou Facebook.

Redes Sociais

Inclusão digital também é algo muito importante e desejado pelos nossos avós. Muitos já estão inseridos nas redes sociais, usam bate-papos, baixam aplicativos diversos e já usam o YouTube (e até apps de paquera!) com facilidade.

Para os avós ficarem sempre conectados e próximos dos entes queridos, a tecnologia pode auxiliá-los a matar a saudade de seus netos de várias maneiras possíveis, sendo a mais tradicional delas pelas redes sociais. Como nem toda hora é possível fazer chamadas de voz ou vídeo, as redes sociais são uma boa opção que vai além das mensagens de bom dia: dá para deixar recados, conversar nos chats ver e postar fotos ou vídeos, curtir e interagir de várias outras maneiras.

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Cresce o número de vovôs e vovós conectados e com perfis em redes sociais

No entanto, surge um alerta: como muitos idosos estão chegando agora no universo virtual, e é preciso deixá-los cientes de que a internet não é um universo feito apenas de maravilhas.

Recado para os avós: segurança na internet é fundamental!

Em 2017, o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) divulgou um material riquíssimo e voltado para pessoas com 60 anos ou mais. O Guia foi batizado de “#Internet com Responsa +60 – Cuidados e Responsabilidades no Uso da Internet”, e foi apresentado no Dia do Idoso, comemorado em 1º de outubro.

No guia, há uma série de instruções e dicas de segurança na internet, como configurações de privacidade nas redes sociais e uso de senhas fortes. Tópicos interessantes de proteção também são abordados, como exposição excessiva na Internet, discriminação nas redes sociais, liberdade de expressão e danos à imagem e reputação.

Como o mundo digital é, basicamente, uma “terra sem lei”, já que várias esferas da web podem ser acessadas, é importante que todos tenhamos consciência de como uma atitude pode gerar consequências. Se você, vovô ou vovó, estiver lendo este texto, não deixe de baixar e consultar o guia neste link para navegar na internet com toda a tranquilidade que você merece.

Agora, vamos ilustrar como pode ser a vida na internet com alguns casos recentes, alguns com finais felizes, outros nem tanto…

Caso 1: Vovô do Slime, uma ideia inocente que virou um pesadelo

No início do ano, Nilson Izaias Papinho, 72, ficou conhecido como o Vovô do Slime. Procurando espantar a solidão na internet, o simpático senhor teve a ideia de criar um canal no YouTube para ensinar as crianças a fazerem sua própria “geleca”, brinquedo que virou febre entre os pequenos.

Seu Nilson trabalhava como servente em uma escola em São Paulo, e a aposentadoria lhe deu mais calma do que talvez gostaria e uma solidão que buscou vencer. Mudou da cidade grande para um sítio em um lugar calmo. “Aí me senti só”, desabafa em um de seus vídeos.

Os vídeos de Nilson explodiram na internet, mas o que era para ser feliz se tornou uma história de perseguição. Para a surpresa do Vovô do Slime, ao fazer sucesso na rede, ele também acabou recebendo uma enxurrada de comentários de “haters” (termo usado para designar aqueles que distribuem ódio gratuito na web). Houve até calúnia, com mensagens sem fundamento nem provas acusando o idoso de ter sido demitido da escola onde trabalhava por crimes de pedofilia.

O caso do Vovô do Slime serve de alerta para outros vovôs e vovós que procuram criar canais e aparecer na internet. É preciso estar preparado para potenciais chuvas de haters, o que é, infelizmente, normal após uma viralização ou fama repentina. Calúnia e difamação são crimes previstos no Código Penal e qualquer comportamento odioso deve ser denunciado. Falaremos sobre segurança e como denunciar mais adiante.

Caso 2: Dona Tereza mostra que criatividade não tem idade!

Este ano, durante a cobertura que o Canaltech realizou do BIG Festival, ocorreu uma grata surpresa no evento. Durante o painel de inclusão de pessoas com mais de 60 anos no universo dos games, nosso repórter Wagner Wakka se deparou com Dona Tereza (77), e durante uma conversa, ela revelou uma história emocionante.

Ela faz parte de um grupo de mais de 200 alunos da International School of Game (ISGame), e desde 2015 já desenvolveu dois jogos voltados a memória e raciocínio. Entrevistada pelo Canaltech, ela conta: “[Desenvolver games] É muito bom. Minha memória melhorou, ela fica melhor para raciocinar, porque às vezes a gente não raciocina, né?”, diz, com um sorriso no rosto. “Aí quando você erra, quando está montando alguma coisa, você volta e pensa que precisa raciocinar para resolver o problema. Isso que ajuda, eu acho, a nossa memória. É o raciocínio“, completa.

A fonte de inspiração de Dona Tereza foi sua netinha, e foi pensando nela que ela desenvolveu o joguinho de raciocínio (leia matéria completa).

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A sorridente Dona Tereza, que desenvolveu um game, inspirada na netinha (Foto: Wagner Wakka/Canaltech)

Pense que, quando Dona Tereza nasceu, computadores ainda eram coisa de cinema, usados apenas em laboratórios e por renomados engenheiros e pesquisadores. Além de tudo, eram enormes e estavam longe de serem populares, a ponto de estarem em nossas casas. E games eletrônicos, então? O primeiro protogame só viu a luz do dia em 1947, nos EUA, quando Dona Tereza tinha cinco anos. Os jogos se popularizaram aqui uns 30 anos depois, sendo que um mercado de desenvolvimento nasceria só no século seguinte. Ou seja, para pessoas como ela, a opção de desenvolver só nasceria após os 60 anos. E ela não está sozinha.

Caso 3: Dona Ivany conta como é ganhar o primeiro smartphone aos 81

A aposentada Ivany Gaspar se manteve longe do mundo dos smartphones (e da internet) por longos anos, mas é a prova viva de que nunca é tarde para aprender e começar. Aos 81, ela ganhou seu primeiro smartphone, e não perdeu tempo: com a ajuda dos filhos, conheceu o universo das redes sociais e já tem conta em algumas delas.

Aliás, como avó de três netos, ela usa frequentemente aplicativos de mensagem de voz, vídeo e texto para manter contato com eles. Diariamente, a vovó conectada envia e recebe notícias da família, mas também usa o celular para se divertir no YouTube, trocar mensagens com os amigos e os parentes e procurar coisas interessantes no Google. Quando está com os netinhos, assiste a desenhos animados no YouTube junto deles.

Ao Canaltech, Dona Ivany conta que sua adaptação foi lenta. “A tecnologia chegou tarde para mim. Não foi fácil no início, ainda tenho dificuldades”. Mas o que a motiva a continuar aprendendo e estar sempre de olho no smartphone é poder manter mais contato com quem ela gosta, recebendo notícias, principalmente dos netos.

No entanto, apesar das dificuldades do início, nem tudo foi complicado. “O mais fácil foi o WhatsApp. Logo aprendi a ver as pessoas e trocar mensagens”, conta Dona Ivany, lembrando que a ferramenta, junto com o Facebook, é excelente para lembrar e parabenizar os parentes pelo aniversário. “Muitas vezes pego o celular e envio uma mensagem perguntando como foi o dia dos meus netos, e também passo informações sobre o meu dia”, completa. Para ela, o mais complicado é apagar o que enviou sem querer. “Aí, quando vejo, passei para as pessoas uma coisa errada, não gosto”.

Lidando com seu celular há menos de um ano, muita coisa bacana já aconteceu e ela já aprendeu bastante com a tecnologia. Além de se comunicar por aplicativos, Dona Ivany também usa o celular para definir alarmes para seus afazeres diários e ficar por dentro do que acontece no mundo. Ela até colocou uma foto com seu netinho como papel de parede do smartphone!

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D. Ivany com o netinho — além de várias selfies, esta foto também foi tirada com o smartphone da vovó (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Internet é legal, mas é preciso se manter seguro

Você viu relatos e histórias diferentes, e pode ter certeza de que cada vez mais, nossos avós se manterão conectados. O intuito desta matéria é mostrar aos leitores, sejam avós, filhos ou netos, que a internet está aí para ser explorada, mas é preciso ter cautela e alguns cuidados para que tudo corra bem no mundo virtual.

O Canaltech entrou em contato com a Kaspersky Lab, empresa especialista em segurança na web, para obter uma opinião certeira sobre os perigos do mundo online, que podem expor os avós conectados. Como a maioria dos usuários acima de 55 anos se preocupa em cuidar de seus filhos e netos, eles também merecem total atenção e cuidados, principalmente da parte daqueles que entendem um pouquinho mais de tecnologia, para não ficarem vulneráveis.

Um pouco de estatística

A Kaspersky Lab chama a atenção para o fato de que 44% dos usuários admitem que seus familiares pertencentes a essa faixa etária já sofreram alguma ameaça online e inclusive foram vítimas de algum golpe no mundo digital (15%). Esses dados foram retirados do Relatório de Riscos de Segurança para o Consumidor de 2017: “Not logging on, but living on”. O relatório também mostra que a maioria (84%) dos usuários com 55 anos ou mais acessa a Internet em casa várias vezes ao dia e 44% passam pelo menos 20 horas semanais na Internet. Apesar dos vários benefícios desses níveis de conectividade, os familiares se mostram preocupados que os parentes dessa faixa etária não tomam as precauções necessárias para se proteger online, e 60% das pessoas se preocupam com a segurança de idosos digitalmente conectados.

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Além disso, cerca de 44% dos usuários da Internet admitem que seus familiares com idade acima de 55 anos já sofreram alguma ameaça online, inclusive foram vítimas de algum golpe no mundo digital (15%), enfrentaram ataques de malware ou vírus (15%) e foram espionados por software malicioso (13%); portanto, esse medo existe por várias razões.

Para Thiago Marques, analista de segurança da Kaspersky Lab, “Os usuários da Internet acima de 55 anos são um grupo-alvo vulnerável e altamente lucrativo para os criminosos virtuais, o que os coloca na mira de quaisquer tipos de ataques, como malware, spyware e golpes por e-mail”.

Como se proteger?

“Nossas preocupações precisam se tornar ações, seja explicando para nossos entes queridos sobre os perigos existentes no mundo online ou os auxiliando com uma solução de segurança que seja eficaz em todos os dispositivos. Isso ajudará a controlar os riscos à segurança e proteger os familiares mais idosos contra problemas digitais desagradáveis”, explica Thiago.

Além do guia do Nic.br, o Canaltech também tem a acrescentar com algumas dicas rápidas de segurança:

  • Sempre tenha em seu computador ou smartphone (Windows, Android) um Antivírus instalado. Há muitas opções, pagas e gratuitas, como AVG, Avast, Norton e Kaspersky. Eles servem para barrar vírus e programas maliciosos que tentam roubar dados e até dinheiro e criam uma camada de segurança adicional no sistema.
  • Fique esperto com o que recebe nas redes sociais e não clique em qualquer link. Desconfie de promoções que dão brindes ou oferecem descontos absurdos. E jamais passe informações pessoais a estranhos.
  • Golpistas são criativos e podem enviar emails, mensagens e até fazer ligações fingindo serem profissionais de bancos, instituições de caridades, lojas, etc. Nenhuma entidade ou instituição séria pede senha ou número de cartão de crédito no telefone. Não dê seu CPF quando uma pessoa te ligar pedindo. Nem passe dados pessoais como endereço, telefone, datas e afins.
  • Evite se expor mais do que precisa. Não é necessário postar fotos demais, nem contar a todos o que você está fazendo no momento. Bandidos podem usar essas informações para chantagem ou cibercrime.
  • Cuidado ao compartilhar conteúdos: certos links de notícias podem propagar informações falsas — as chamadas fake news — e render processos, caso configurem crime.
  • A internet é um lugar excelente para liberdade de expressão, mas não confunda liberdade de expressão com falar tudo o que lhe vem à cabeça. Existem discursos que são pejorativos, principalmente os que envolvem racismo, ódio e repulsa a minorias.

Caso algum infortúnio aconteça, denuncie. a SaferNet recebe denúncias anônimas de crimes que violem os Direitos Humanos. Ela é uma associação civil de direito privado, com atuação em todo o Brasil e sem fim lucrativos. A ideia é combater qualquer crime que desrespeite o ser humano, nos conformes da lei. Alguns exemplos são: aliciamento, produção e difusão em larga escala de imagens de abuso sexual de crianças e adolescentes, racismo, neonazismo, intolerância religiosa, homofobia, apologia e incitação a crimes contra a vida já eram crimes cibernéticos atentatórios aos Direitos Humanos presentes na rede. Se você, vovô ou vovó, passar por alguma situação de vulnerabilidade e for vítima de ódio, DENUNCIE: acesse a SaferNet e conte o que aconteceu.

Após receber a denúncia, a SaferNet entrará em contato com suporte governamental, parceiros da iniciativa privada e autoridades policiais e judiciais para te ajudar a resolver o caso.

No fim das contas, não é para ter medo da internet, e sim saber se proteger. Afinal, a web é para todos e o mundo da tecnologia também está aí para auxiliar os maiores de 55 anos que querem estar mais próximos de seus netos. E claro, o mundo tech não se resume à rede mundial de computadores: há muito mais para ser explorado, mas como o foco é manter contato familiar, falar de internet foi o grande foco do Canaltech para conscientizar e celebrar a data.

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Quando não der para ficar perto dos netos, é só usar a internet!

Feliz dia dos avós com muita tecnologia!

Com informações: G1, Nic.br, SaferNet, Kaspersky Lab

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Fonte: Canaltech


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