Um novo cenário de fraudes no Brasil, com celulares funcionando como bancos, carteiras e identidades, exigiu que a segurança móvel deixasse de ser periférica e se tornasse um pilar de confiança digital. A inteligência artificial agora é essencial para antecipar padrões de ataques em tempo real, combinando análise comportamental, autenticação contínua e modelos que aprendem “o normal” de cada usuário e dispositivo, interrompendo fraudes antes que causem prejuízos. Defesas tradicionais reativas já não são suficientes frente a golpes sofisticados que exploram engenharia social, malware e deepfakes; proteger dados e transações depende de camadas inteligentes que operam no próprio dispositivo e em escala ampla. Esse avanço, porém, traz desafios técnicos, de privacidade e de governança e requer coordenação entre líderes de tecnologia, bancos, operadoras e reguladores para fortalecer a confiança no ecossistema digital brasileiro.
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