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Saiba tudo sobre a síndrome de burnout, doença atribuída à Anitta e Isabella Camargo

Reprodução/ Instagram

Quem pensa que vida de celebridade é fácil não sabe como realmente são os bastidores. Poucas horas para dormir, longas horas na estrada, voos atrasados, dieta, academia, gravações, ensaios, shows, muitos shows, entrevistas, campanhas publicitárias, presenças vips em eventos…e ainda tem os conflitos familiares que não dão sossego nem paras estrelas!

Recentemente foi divulgado que a dona do hit Show das Poderosas estava enfrentando um esgotamento relacionado ao excesso de trabalho, assim como a jornalista Isabella Camargo, diagnosticada com a síndrome de burnout, mas a musa veio a público e desmentiu o tal boato que teria sido espalhado pelo irmão da artista que se assumiu bissexual.

Ao Observatório dos Famosos, Sabrina Ferrer, psicóloga-chefe do FalaFreud, primeiro aplicativo de terapia online do Brasil, tirou dúvidas sobre os sintomas, tratamentos e o melhor: falou sobre a prevenção para que estafa e burnout não afetem o dia a dia da estrela pop e de quem assim como ela leva muito a sério o trabalho e a saúde!

Estudada desde 1974 pelo médico americano Freudenberger, a síndrome de bournout está relacionada ao emprego e desemprego: estresse, tensão, esgotamento físico, irritabilidade, dificuldades de concentração, pessimismo, baixa autoestima, ansiedade, depressão e isolamento são um dos sintomas.

Então, calma, Anitta! Dá uma paradinha e joga no grupo as dicas da nossa especialista!

Qual é a diferença entre estafa e burnout?

As duas são tidas como esgotamento físico e mental. Mas o burnout está mais associado ao trabalho.

O número de casos vem crescendo no Brasil?

No Brasil e no mundo! Em razão da correria diária, do aumento das pressões, falta de amor próprio.

Como é feito o diagnóstico? E quem mais sofre com as doenças, homens, mulheres, crianças?

Não é tão fácil, precisa de muita observação e investigação. Todos os indivíduos ativos, na faixa dos 20 aos 45, sofrem com a doença. Crianças podem sofrer de estafa.

Há alguma relação hereditária?

Não, mas há estudos em andamento sobre a questão da hereditariedade nestes casos.

Pais depressivos podem ter filhos depressivos, estressados?

Sim, pelo comportamento.

Quais são as principais queixas e sintomas?

Falta de ânimo, irritação, sintomas físicos, dores de cabeça, estômago…

Como é o tratamento?

Autoanalise, mudança de comportamentos e terapia são essenciais.

A alimentação também ajuda no tratamento?

Sim, uma boa alimentação é a base de tudo.

Existem terapias alternativas que vão além de terapia e medicação? Lazer, cultura. Quais por exemplo?

Sim, tudo que faça o indivíduo enxergar beleza, paz, sentir prazer.

Além do excesso de trabalho, as redes sociais, o trânsito, mudanças climáticas (poluição) também podem estar relacionadas?

Com certeza, principalmente as redes sociais estão tomando cada vez mais a mente das pessoas, invadindo a vida, dando um sentido que muitas das vezes faz com que o ser humano se perca em seus próprios valores.

Como familiares e amigos podem ajudar?

Ouvindo, estando perto, propondo mudanças no dia a dia.

E as empresas como atuam nesses casos?

Deveriam atuar como fontes minimizadoras do estresse, propondo um ambiente saudável de trabalho.

O que elas podem fazer ajudar seus colaboradores?

Identificar os colaboradores que estão nesta situação, além de treinar seus líderes.

Prevenir é melhor do que remediar… Como se dá a prevenção?

Com mais consciência e informação.

E por que em 2019 ainda tratamos depressão, estafa como frescura?

Pela falta de informação, pela falta de empatia.

Fonte: Observatório dos Famosos


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