Ciência & Tecnologia Tecnologia

Catfishing: saiba como não cair no golpe do 'encontro às escuras'

Foto: Mundo Positivo

Até três anos atrás, pouco se falava em aplicativos de relacionamento no Brasil. O comum, quando duas pessoas não se trombavam pela vida, era ter o intermédio de um amigo, conhecido, barzinhos no fim da noite ou o clássico chat de bate-papo de portais, bastante usual nos anos 2000.

Hoje, Tinder, Badoo, Happn, ParPerfeito, Hot ou Not, Namoro On, Eaí, Duengo, Pof, WeChat e Flert são só alguns dos principais apps usados para encontrar a tal ‘tampa da panela’ de alguém. Entretanto, é preciso ter cuidado com esses famosos amores de aplicativos, porque eles podem ser fatais.

LEIA MAIS

+ Hackers oferecem passagens aéreas falsas pelo Facebook
+ Deep Web: Existe lado bom nas profundezas da internet?
+ Cinco maneiras de identificar uma mensagem falsa no WhatsApp
+ Conheça o aplicativo disfarçado de vírus que já infectou 500 mil celulares

Catfish

Em 2010, o cineasta nova-iorquino Nev Schulman documentou a saga dele em busca de uma namorada que havia conhecido pela internet. Contudo, a moça não existia e tudo não se tratava de um grande golpe emocional.

Ariel, irmão de Nev, registrou cada passo do falso-relacionamento dele. Como resultado, as filmagens deram origem ao documentário ‘Catfish’ e ao reality show de mesmo nome, produzido pela MTV. Foi a partir daí que o termo passou a ser sinônimo para pessoas que se tornavam vítimas desta emboscada amorosa.

Golpe de amor

Este fenômeno, marcado por alguém que cria uma ou várias identidades virtuais falsas, pode ser mais perigoso do que se imagina. Entre as motivações do golpe está a vingança, a curiosidade, o tédio, a solidão, o ciberbullying e até mesmo o intuito de conquistar a confiança da ‘pessoa apaixonada’ para extorquir dinheiro, invadir contas pessoais e compartilhar vírus.

Como não se tornar uma vítima

Não é muito difícil reconhecer um catfish. Normalmente, ele não marca encontros reais (quando sim, não comparece); inventa desculpas para não realizar conversas por mensagens de voz e nem por vídeos; mantém os perfis de redes sociais sempre bloqueados; tem poucas imagens e uma ótima lábia.

Além de manter o antivírus sempre atualizado e online, evite receber arquivos enviados pelo falso namorado. Uma foto, aparentemente indefesa, pode estar infectada com vírus, assim como vídeos e áudios. Também tome cuidado com as histórias inventadas e as “dificuldades financeiras” da paixonite virtual, porque, como o amor cega, ele pode convencê-lo a enviar dinheiro e extorqui-lo sem ao menos você perceber.

Foto: Mundo Positivo

Tem alguma dúvida sobre segurança digital? Envie-nos um e-mail para: [email protected]

Quer saber mais sobre segurança na internet? A McAfee, maior empresa especialista em tecnologia de segurança do mundo, tem dicas e soluções que ajudam a proteger os consumidores e as empresas de todos os tamanhos contra os malwares e as ameaças online mais recentes. Para mais informações, acesse o site: http://www.mcafee.com/br.


Talvez você também goste