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Cinco dicas de segurança contra bullying na internet

O período de volta às aulas é sempre complicado, para os pais e para as crianças. Além da rotina puxada, alguns adolescentes ainda precisam lidar com o bullying (prática de agressões físicas ou verbais, intencionais e repetidas contra uma pessoa indefesa). E não pense que o perigo é só na escola? A versão online desse tipo de ameaça, o cyberbullying, é bastante praticado nessa idade.

Recente pesquisa realizada pela Intel Security mostrou que a maioria das crianças (66%) já viram práticas de comportamento cruel e intimidação nas mídias sociais, enquanto 21% dos entrevistados disseram já terem sido vítimas de cyberbullying. Meninos e meninas com idades entre 13 e 16 anos são a maior parte das vítimas.

Entre as atividades realizadas por 24% dos entrevistados em mídias sociais, que podem ser consideradas cyberbullying, as crianças admitiram falar mal de uma pessoa para outra (14%), zombar da aparência de alguém (13%); marcar pessoas em fotos vexatórias (7%), ameaçar alguém (3%), zombar da sexualidade de alguém (3%), postar intencionalmente sobre festas e atividades onde alguém foi excluído (2%), entre outros. As explicações dadas pelas crianças para justificar este comportamento é porque tais pessoas os trataram mal (36%), simplesmente não gostam dessas pessoas (24%) ou porque outros também estavam zombando dessas pessoas (13%).

Thiago Hyppolito, engenheiro de produtos da Intel Security, explica que as crianças estão expostas a diversos riscos na web e os pais devem sempre monitorar o comportamento online dos filhos para evitar que eles sejam vítimas de agressões ou golpes na internet e também para evitar que os filhos cometam bullying com outras crianças.

“Muitos pais acham que os filhos sabem mais sobre tecnologia do que eles próprios e acabam por não monitorar apropriadamente o comportamento do filho na internet por achar que eles sabem o que estão fazendo. No entanto, conhecer as ferramentas não significa saber usá-las com sabedoria. A internet é um ambiente inóspito e as crianças precisam de orientação, assim como quando estão na rua. Se você não deixaria seu filho sair sozinho em uma cidade grande, não o deixe sozinho na internet”, comenta Hyppolito.

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Veja algumas dicas da Intel Security para proporcionar maior segurança digital para crianças e adolescentes:

1. Mantenha sempre soluções de segurança abrangentes como o McAfee Live Safe TM instaladas e atualizadas em todos os dispositivos usados pelos seus filhos, sejam computadores, tablets ou smartphones. Utilize as ferramentas de controle parental para bloquear sites e aplicativos inadequados e para controlar o que as crianças fazem na internet.

2. Estabeleça um controle de tempo para o acesso das crianças à internet e às mídias sociais. Algumas soluções de segurança também contam com ferramentas capazes de bloquear o acesso à web nos horários delimitados pelos pais.

3. Conheça as redes sociais que o seu filho frequenta, os jogos que ele joga, os aplicativos que ele usa e fique sempre atento às novidades tecnológicas. A tecnologia avança rapidamente e as crianças estão sempre interessadas nas novidades.

4. Tenha as senhas de acesso para todos os dispositivos, aplicativos e redes sociais usadas por seus filhos.

5. Converse frequentemente com as crianças sobre os perigos escondidos na internet como golpes, excesso de exposição, interação com estranhos e cyberbullying.

Quer saber mais sobre segurança na internet? A McAfee, maior empresa especialista em tecnologia de segurança do mundo, tem dicas e soluções que ajudam a proteger os consumidores e as empresas de todos os tamanhos contra os malwares e as ameaças on-line mais recentes. Para mais informações, acesse o site da McAfee.


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